CURIOSIDADES DO BORDÔ

Aqui você encontra curiosidades e histórias engraçadas acontecidas com os craques do Glorioso.

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Se você, craque ou ex-craque do Bordô, conhece alguma história interessante ou engraçada sobre o Glorioso, envie um e-mail para ndri@terra.com.br


Futebol de 12
Essa aconteceu em 2007, num jogo contra o Copa. O Dri, que normalmente escala a equipe e comanda as trocas, chegou atrasado ao jogo e ainda teve que jogar no gol, pois o Cabelo não pode ir ao jogo. Coube ao Cláudio a "missão" de escalar a equipe. Cláudio junta a turma no meio do campo para a preleção e divulga a escalação para o grupo. Antes de iniciar o jogo, o árbitro faz a contagem das equipes e, SURPRESA, o Bordô tem 12 atletas em campo. O Coach improvisado Cláudio se confundiu um pouquinho e escalou 12 atletas para iniciar o jogo. Ah, o jogo terminou 2 x 1 para o Copa, debaixo de muita chuva.
Homem-decisão
A prática do judô ajuda Jeffi a encarar com tranqüilidade todos os desafios do futebol. Em 2002, na final da Copa Sogipa daquele ano, faltando 3 minutos para o final do jogo, o Bordô perdia por 4x1 para a equipe Bagé. Após uma reação sensacional do Glorioso, o jogo já estava 4x3 e nos acréscimos quando o juiz marca pênalti a favor do Bordô. Joubert pega a bola para bater quando Jeffi literalmente “arranca” a bola das suas mãos, bate no peito e diz: eu bato. Jeffi chuta com categoria e... Gol de empate. A decisão vai para os pênaltis. Os cinco batedores do Bordô (Jeffi, Quatschi, Joubert, Marcelo e Daniel) acertam suas cobranças e o Glorioso conquista a sua primeira estrela. No ano seguinte a história na final da Copa Sogipa quase se repete ao contrário: desta vez é o Bordô que está ganhando o jogo por 2x0 a poucos minutos do final, quando em duas vaciladas da equipe o adversário (Kubanakan) empata em 2x2. Faltando segundos para o término do tempo regulamentar o árbitro apita falta para o Bordô. Como o adversário já tinha “estourado” o limite de faltas coletivas, a cobrança é em tiro livre direto. Novamente Jeffi assume a responsabilidade e, após uma cobrança perfeita, Gol. O Bordô ainda faria mais um gol em saída de bola errada do adversário, o jogo termina em 4x2 e a festa é completa, principalmente para Jeffi, o homem-decisão que, apesar de jogar com o coração na ponta das chuteiras, nestas horas sua tranqüilidade desponta como um diferencial positivo da equipe.
Apito "amigo"
Em 2003, em jogo contra a Associação CEEE, no antigo Estádio da Timbaúva, onde jogava o Força e Luz, em Porto Alegre, o árbitro (tradicional apitador do local) conseguiu a façanha de anular 4 gols do Bordô, alegando impedimentos, e de não dar um penalti a favor do Bordô que constrangeu até o time adversário. Resultado: Bordô 1 x 3 Associação CEEE (só podia né???) e o Glorioso abandonando o campo antes do término da partida em protesto.
Líder no ranking sem ter sido campeão
Nos anos de 1999, 2000 e 2001 o Bordô liderou o ranking do Futebol 7 na Sogipa, apesar de não ter ganhado nenhum dos 5 campeonatos disputados nestes anos. A regularidade da equipe, sempre chegando entre os primeiros, foi a responsável por esta façanha. Neste período, o goleiro Cabelo ganhou por 3 vezes a medalha de goleiro menos vazado.
Bordô assaltado
Num final de tarde de 1996, antes de um jogo festivo de futsal, entre os times Bordô de futsal e de campo, a esposa do Dri, Ivone, é assaltada e seu carro é roubado. Dentro, dois ternos de fardamento de futsal que seriam usados no jogo da noite são levados pelos ladrões. Sem fardamento, sem jogo. Em compensação, a tradicional cervejada começou com 1 hora de antecedência.
Galeto virou "velório"
Final da Copa Sogipa de Fut-7 em 2002. Jogo entre Bordô e Bagé. Apesar de ser líder do ranking na Sogipa, o Bordô nunca tinha ganhado aquele campeonato. Talvez por isso o adversário e os seus simpatizantes estavam considerando o Bagé favorito ao título. Ainda mais depois de abrir 4x1 no placar. Durante o jogo os atletas do Bordô foram ridicularizados pela torcida adversária e até um galeto de comemoração ao título do Bagé foi anunciado no intervalo do jogo. Resultado final: 4x4 e Bordô campeão na disputas por pênaltis. Até hoje, quem participou daquele jogo dá boas risadas quando lembra a cara de desolação dos adversários ao final do jogo e o clima de “velório” no tal galeto de comemoração do título do Bagé. Hahahahaha.
Se "matando" de rir
Em 1996, num churrasco de confraternização após o jogo contra o Grêmio Internacional Rolante, em Rolante, Dri se engasga com um pedaço de carne e quase parte desta para outra melhor. Enquanto todos achavam que ele estava se engasgando de rir de uma boa piada contada, ele estava com um pedaço de carne preso na garganta. Foram alguns minutos de pânico entre os presentes e muitos tapas e socos nas costas até que alguém conseguisse fazer o pedaço de carne saltar da garganta do rapaz. Contam que sua esposa, vendo todos socarem as costas do Dri, já partia de faca para dar o “golpe” fatal e ficar com toda a herança do boleiro, mas foi contida a tempo pelos seus amigos...
Jogos na Alemanha?
Nos jogos contra o EC Escadinha, em Feliz, a sensação que tínhamos em campo era de que estávamos jogando na Alemanha, pois o treinador e os atletas do time adversário só se comunicavam em alemão. Provavelmente para que não entendêssemos as orientações e táticas de jogo deles.
Bordô X Ronaldinho Gaúcho
Em 5 de novembro de 1998, o Bordô jogou contra a equipe Monte Cristo, no antigo campo da Vila Nova. Neste time jogava Ronaldinho Gaúcho. Desprezado pela sua equipe, Ronaldinho chegou a se fardar com o grupo para jogar pelo Glorioso, mas foi convencido a jogar pelo Monte Cristo. Numa das poucas derrotas no ano, o BORDÔ perdeu por 5x0, com o último gol marcado pelo próprio Ronaldinho. Alguns meses depois, Ronaldinho “explodiria” para o futebol no famoso Grenal que decidiu o campeonato gaúcho de 1999.
Melhor zagueiro do Glorioso
O ano é 2003 e o jogo é em Canoas, contra o Século 21.O adversário atrasa mais de 1 hora o início do jogo. O Bordô novamente só conta com 11 atletas. O celular do Camillo toca pela terceira vez. É a namorada novamente querendo saber do seu amado. Todos acompanham atentamente as explicações do Camillo sobre como o jogo está atrasado e de que por isso ele não vai poder chegar no horário combinado e tal e coisa. Foi quando Jeffi largou a pérola: “Camillo, convida tua namorada pra jogar na nossa zaga. Com essa marcação nenhum atacante adversário vai passar por ela...”. Gargalhada geral e gozação até hoje com o Camillo. O Glorioso vence o jogo por 7x2.
Pancadaria com repeteco
Em 1998, jogando contra o Grupo Um, em Cachoeirinha, o Bordô perdia por 6 a 2 quando descambou uma briga generalizada entre as duas equipes, com direito a bandeiraço, cadeiraço, tiros e invasão de vestiário. Apenas 2 atletas de cada equipe não se envolveram. Dri e Joubert do Bordô sentaram-se calmamente junto ao poste de uma das goleiras e apenas assistiram a batalha que se travou, lamentando o ocorrido. Em 2005, nova pancadaria no mesmo local, com os mesmos times. Foram as duas únicas brigas da história do Bordô.
Refrigerantes durante a partida
Em 1997 o Bordô jogava contra o Pindorama. O calor era intenso e a partida estava tão tranqüila que o zagueiro Luca deixou o campo durante o jogo, foi até a copa e trouxe dois refrigerantes, um para ele e outro para o goleiro Dri. Ambos beberam sem problemas durante o jogo, que acabou vencido pelo Glorioso por 7x4.

Madrinha-Babá

Torcedora sempre fiel, a Ivone, esposa do Dri também atuou como babá em alguns jogos de 1997. Acontece que a esposa do Rodrigo deixava o filho recém nascido em casa sob os cuidados do papai Rodrigo que, muito fominha, ia jogar escondido da esposa. Ivone, que acompanhava quase todos os jogos do Glorioso, tinha que cuidar do nenê enquanto o Rodrigo jogava. Foram várias partidas como babá do Maurício.

Estréia de Thiago Dri

Em 2002, amistoso de fut 7 contra o time dos amigos do Gerson. Joubert não aparece e a solução é escalar o filho do Dri, Thiago, então com 11 anos, para completar o time. Mesmo com o improviso, o Bordô ainda vence por 8x7. Neste jogo, apesar da derrota, Gerson mostra muitas qualidades, o que lhe rende um convite para defender o Glorioso em 2003.

Ataque Centenário

O ano é 2003 e o Bordô vai jogar em Canoas, Bairro Estância Velha, contra o Triotônia. Bastante desfalcado e com apenas 11 atletas, o Bordô coloca em campo pela primeira vez o seu “Ataque Centenário”: Cléber e Mascarello (juntos somavam 96 anos). O jogo termina 7x2 para o Bordô, com 2 gols de Mascarello e atuação impecável de Cléber. Um dos gols foi de pênalti sofrido por Cléber, em lance que ele aplicou 2 chapéus na zaga adversária. Só pararam o homem com falta.

Blitz racista

Em 1997 o Bordô foi a Tupandi jogar contra o São Luis. No deslocamento os atletas do Glorioso utilizaram vários carros que seguiram em comboio. Chegando lá, notaram que o último carro demorava a chegar. Neste carro estavam Juca, seu irmão Daison e o Pedro (todos negros). O jogo já quase por começar e nada do carro aparecer. Todos no campo muito preocupados com a demora. Na época o pessoal ainda não tinha celular para comunicação. Quando um dos carros já estava retornando para ver o que tinha acontecido, eis que chegam os três com a explicação sobre o atraso: o comboio do Bordô tinha passado por uma viatura da polícia rodoviária pouco antes de Bom Princípio. A polícia barrou apenas o carro em que eles estavam. Os policiais pediram toda a documentação deles e ainda custaram para liberá-los. Infelizmente o racismo falou mais alto nas ações da polícia naquele dia.

 

 

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